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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Paulistão 2016: camisas de outros times estão proibidas em jogos do E. C. São Bento

O E. C. São Bento divulgou um comunicado nesta terça-feira no qual alerta que torcedores com camisas de outros clubes não poderão adentrar o Estádio Municipal Walter Ribeiro nos setores destinados à torcida mandante. 

A decisão pegou muitos de surpresa, visto que é muito comum nos jogos do clube sorocabano a presença de simpatizantes que também torcem para um dos chamados "grandes" do estado e que teimam em ir aos jogos do Bentão com a camisa de seu "primeiro clube".

Além de atender uma reivindicação antiga da torcida são-bentista, tal decisão atende, na verdade, uma orientação cautelar da Polícia Militar para diminuir o risco de conflitos entre torcedores. 

No momento em que muitos querem o fim dos estaduais, o que coloca em risco o futuro dos clubes do interior, é fundamental que clubes tradicionais como o São Bento se posicionem, reafirmando sua identidade e exigindo o respeito que sua centenária história merece.

Abaixo você confere o comunicado oficial:

"Atendendo a recomendação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, o Esporte Clube São Bento informa que, nos jogos realizados no Estádio Municipal Walter Ribeiro (CIC), não será permitida a entrada de torcedores usando uniformes de outras equipes nacionais ou internacionais, que não estejam jogando no dia.

Nos jogos do Bentão, nas arquibancadas destinadas a torcida beneditina somente serão admitidos torcedores com camisas do clube ou à paisana. Nas arquibancadas destinadas a torcida das equipes visitantes somente camisas do time que está jogando no dia.

Em especial nas partidas entre São Bento e Corinthians, e São Bento e São Paulo FC não será permitido o acesso de torcedores usando o uniforme corinthiano ou são paulino ou roupas que remetam aos clubes da Capital nos setores destinados à torcida do Azulão (Arquibancada Superior - São Bento/Cadeiras Numeradas - CADEIRAS CATIVAS.

A Polícia Militar irá realizar a fiscalização nos portões de acesso ao CIC.

O Esporte Clube São Bento pede a colaboração de todos para que o espetáculo seja de paz fora dos gramados."

O Bentão estreia em casa neste sábado, no clássico regional com o Ituano, na abertura do Paulistão 2016.

Veja também:
Hino do São Bento em versão rock

domingo, 24 de janeiro de 2016

São Paulo vence Coritiba e é campeão da Copa Brasil de Futebol Infantil

São Paulo e Coritiba fizeram neste domingo a grande final da "Copa Brasil de Futebol Infantil", a popular COPINHA DE VOTORANTIM, que envolveu a categoria sub-15 das principais equipes do país.

O São Paulo chegou à final jogando o fino da bola, demonstrando preparo físico, técnico e tático muito superiores aos demais times. Um verdadeiro abismo de qualidade evidenciado na goleada por 5x0 imposta ao Sport na semifinal do torneio.

Do outro lado, o Coritiba foi a grata surpresa da competição. Seu resultado mais expressivo foi a impiedosa vitória por 6x2 sobre o Corinthians na primeira fase. 
Apesar da boa campanha da equipe paranaense, o favoritismo era todo do tricolor, que além de tudo contava com um histórico vitorioso na copinha e com o apoio de sua torcida que compareceu em bom número ao Estádio Municipal Domênico Paolo Metidieri para manifestar seu apoio.


O jogo começou com grande intensidade. Logo ao 4" o São Paulo abriu o placar com Maia, após cobrança de escanteio. A torcida, porém, mal teve tempo de comemorar já que no ataque seguinte o árbitro anotou pênalti a favor do Coritiba, que Nicolas converteu.

Não tardou para que o São Paulo fizesse 2x1 com Paulo Vinícius, que cara a cara com o goleiro não vacilou. O gol deu a entender que o tricolor ditaria o ritmo da partida. Mas o Coxa mostrou todos os méritos que o levaram a essa decisão e aos 24" minutos chegou ao empate, após sucessivos erros da defesa são-paulina..

Na volta do intervalo, o jogo retornou com o mesmo equilíbrio da primeira etapa. No entanto, a arbitragem anotou uma segunda penalidade a favor dos paranaenses, em uma saída estabanada do goleiro Matheus. Era a virada do Coxa!

O gol trouxe tensão à arquibancada e um leve abatimento à equipe tricolor, que em duas oportunidades quase levou o quarto gol. Sem outra alternativa, a torcida fez sua parte, com gritos e cantos de incentivo. O São Paulo recuperou-se do golpe e partiu para cima, chegando com perigo, mas nada de sair gol. 

Quando tudo parecia perdido e cronômetro caminhava para o minuto final, a esperança são-paulina ressurgiu graças ao oportunismo e categoria de Lucas Fasson. O goleiro do Coritiba saiu da área para afastar de cabeça um lançamento e Fasson, percebendo o gol vazio, acertou o chute de canhota, com a força necessária para fazer a bola morrer no fundo do gol. Golaço!

O incrédulo Coritiba deu a saída, e ainda atordoado com o empate, sofreu um contra-golpe fatal nos acréscimos. Vitinho, em lance parecido com o 2° gol tricolor, teve o sangue frio que o artilheiro deve ter e fez o gol que quase implodiu as improvisadas arquibancadas do estádio municipal.

Era o gol da virada. O gol do título. O gol do pentacampeonato do São Paulo FC.
Veja os melhores momentos da partida no player abaixo:
Veja também:
ROGÉRIO CENI canta e toca guitarra em despedida

domingo, 17 de janeiro de 2016

GALLAXY: ouça single do EP de estreia


A banda GALLAXY, hard rock de Sorocaba/SP, divulgou o primeiro single de seu EP de estreia "Time to Surrender". 

A faixa que dá título a esse trabalho resume bem as características da banda: um hard/heavy clássico fortemente influenciado por sonoridades oitentistas. Confira: 


A banda é formada por Fábio Silva (vocal), Fabrício R. Matos (baixo), Eric Motta (guitarra), Alan Aquino (guitarra) e Thiago Fernandes (bateria).


Para maiores informações visite:

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

A nova onda do Hard Rock nacional


O hard rock é uma espécie de patinho feio invertido. Foi amado nos anos 80, desprezado e ridicularizado nos anos 90. 

Aos poucos, porém, na medida em que radicalismos foram se enfraquecendo, a qualidade e a importância das bandas do estilo foi aos poucos sendo reconhecida, inspirando novas gerações de bandas. 

Por aqui, embora ainda prevaleçam outros subgêneros do rock e do metal, há também muitos adeptos da bandana e do laquê, como mostra a playlist do player abaixo, uma simpática iniciativa de compilar algumas dessas bandas, embora nem todas sejam novas (tem até os veteranos do Made in Brazil no meio). 

Vale a pena destacar o fato de 3 bandas daqui da região de Sorocaba/SP marcarem presença: Eyeliner, Lipztick e S.H.O.T, atualmente radicada na Europa. Confira:

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

David Bowie: a última metamorfose do camaleão


O rock novamente está de luto com o falecimento de mais um de seus personagens mais marcantes. DAVID BOWIE faleceu 2 dias após completar 69 anos de idade devido a um câncer com o qual lutava há 18 meses.


Segundo comunicado da página oficial do cantor no Facebook, David Bowie faleceu em companhia de seus familiares, que pedem que os fãs respeitem sua privacidade nesse momento de pesar:



"David Bowie morreu em paz hoje cercado por sua família após uma corajosa batalha de 18 meses com câncer. Enquanto muitos de vocês vão compartilhar essa perda, nós pedimos que vocês respeitem a privacidade da família nesse momento de luto".


Com inúmeros hits em sua carreira, David Bowie destacou-se também por sua versatilidade, indo do andrógeno ao clean, transformando-se em referência na moda e no comportamento. Tantas " mutações renderam-lhe a alcunha de "camaleão do rock".

Seu maiores sucessos incluem "Space Oddity", "Starman", "The man who sold the world", "Let's dance", "Ziggy Stardust", "Changes", "Life on Mars", "Rebel, Rebel" entre muitos outros hinos que imprimiram sua marca na história da música.
Antes de ter sua trajetória interrompida, Bowie lançou o álbum " Black star", do qual foi extraída o dramático clipe "Lazarus" lançado semana passada e que não deixa de ser uma forte representação artística de quem sabia das dificuldades de se lutar contra uma doença tão difícil:
Bowie, que nos ensinou que podemos ser heróis e viajantes no espaço, sofreu sua última metamorfose. Foi ser estrela na perene constelação dos imortais do rock'n'roll. Descanse em paz, camaleão!

Para saber mais visite: http://davidbowie.com/blackstar/

domingo, 10 de janeiro de 2016

O time de futebol de DAVID BOWIE

Foi com grande pesar que o mundo da música recebeu a notícia do falecimento de DAVID BOWIE. E dentre as milhares de fotos e homenagens sendo compartilhadas em homenagem ao cameleônico cantor britânico, uma chamou nossa atenção. Uma foto da infância de Bowie, então com 10 anos de idade, junto a seu time de futebol. 

O futebol talvez tenha perdido um craque, mas sem dúvidas a música ganhou um gênio.

Veja também:
David Bowie: a última metamorfose do camaleão 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Joanatan Richard: "Hello Everybody" (review)


O lançamento mais simpático a que tive acesso em 2015 foi sem dúvidas "Hey everybody", um compacto em vinil do cantor e guitarrista Joanatan Richard. 
Natural de Caruaru/PE, Joanatan Richard desenvolve um trabalho de longa data voltado ao blues e ao rockabilly. Ou seja, a referência aqui são os anos 50, de modo que o lançamento em vinil não é apenas um apelo a um modismo retrô, mas sim uma questão de identidade e estilo.
Acompanhado por seus "Beatful Boys" (atenção ao trocadilho sagaz) Joanatan apresenta nesse compacto quatro canções autorais e inéditas: "Hey everybody" e "I'm not here just for business" (uma belíssima canção, por sinal) no lado A e "God gave me the music" e "1,2, 3,4... once more". As faixas apresentam influências diversas e mantém a mesma qualidade de seu trabalho anterior, "Rockin' in a Crazy World" (leia resenha CLICANDO AQUI).


Uma curiosidade sobre esse material: em 2013, Joanatan Richard acompanhou o cantor norte-americano Rudy Tutti Rayzel (ícone do rockabilly e contemporâneo de ninguém menos que Elvis Presley) em alguns shows pelo Brasil. Uma dessas apresentações ocorreu no Sesc/Sorocaba e foi registrada pelo Blog Na Mira - Futebol & Rock 'n' Roll, com uma resenha e fotos (leia CLICANDO AQUI). E uma das fotos publicadas aqui foi parar no encarte interno desse compacto do Joanatan Richard, fato que me deixou muito feliz e honrado e, certamente, um dos pontos altos nesses três anos de existência do blog:
Para conhecer melhor o trabalho de Joanatan Richard, acesse os links abaixo:

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

LEMMY KILMISTER, o homem que venceu a morte


Quando as primeiras notícias da morte de LEMMY KILMISTER começaram a circular, desconfiamos. Afinal, Lemmy já havia “morrido” diversas vezes ao longo dos últimos meses devido a brincadeiras de mal gosto na web. Apenas após ver que os perfis oficiais de Ozzy Osbourne e o renomado radialista/apresentador Eddie Trunk confirmavam a notícia pudemos crer que o que parecia impossível acontecera. Ian Fraser “Lemmy” Kilmister estava morto.
É claro que a saúde de Lemmy vinha capengando . Esse ano diversos shows foram cancelados em virtude disso, inclusive a apresentação do MOTÖRHEAD no Monsters of Rock em São Paulo. Ali os fãs tiveram o maior aviso de que as coisas realmente não iam bem.

Lemmy também se orgulhava de sua vida de excessos. Seu Marlboro e seu whisky ajudaram a moldar o personagem que se tornou.

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Como, então, sua morte parece ter pego toda a comunidade rocker de surpresa?

Lemmy Kilmister nunca foi um grande cantor ou um instrumentista virtuoso, se comparado a tantos outros que temos por aí. Mas construiu sua carreira em uma base muito sólida: honestidade! Nunca quis ser o que não podia ser. Mesmo quando nos anos 80 o rock mainstream ficou “bonitinho”, lá estava ele com sua eterna carranca e sua verruga para nos lembrar que o rock não foi criado para agradar. O rock sempre foi (ou ao menos deveria ser) uma anti-estética para que o indivíduo pudesse ser ele mesmo.

Lemmy personificou o rock’n’roll como poucos conseguiram. Com sua autenticidade, conquistou desde o rockeiro mais “farofa” ao thrasher mais “truzão”. Como ícone do rock’n’roll, imagino que talvez só mesmo seu amigo Ozzy possa se comparar a ele. Talvez Angus Young. E só!

Musicalmente, criou um rolo-compressor chamado Motörhead que inspirou e continuará inspirando dezenas de bandas. Já imaginou o heavy metal sem o Metallica? O próprio James Hetfield declarou que sua banda não existiria se não fosse pelo Motörhead. E isso é só um pequeno exemplo de como Lemmy, mesmo fugindo a todos os padrões (ou talvez por isso) mudou e moldou a história do rock.

Sua extensa discografia com o Motörhead é repleta de clássicos. O último capítulo dessa história foi ótimo álbum “Bad Magic”, lançado neste ano. Uma das faixas, a emotiva”Till the end”, parece que foi escrita para esse momento. Nela Lemmy canta o que poderiam ser as suas últimas palavras (“Tudp que eu sei é quem eu sou / Eu nunca os deixarei tristes / O resto lhes dará confiança até o fim”):
No imaginário rock’n’roll, Lemmy Kilmister era uma dessas figuras que poderiam até vencer a morte, como no antológico clipe de “Killed by Death”. E vendo a comoção causada com sua morte, não há dúvidas que ele venceu.
Descanse em paz, Lemmy! Born to lose, live to win! Motörhead for Life!

Veja também:
Time de futebol de crianças inspirado no MOTÖRHEAD

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Viper: To Live Again (DVD) - Review

Nenhum outro título seria tão significativo para um DVD do Viper quanto "To live again", nome de uma das principais músicas do segundo álbum da banda e também da turnê comemorativa realizada em 2012-2013 e que resultou nesse registro ao vivo.


O lançamento um pouco tardio deste DVD também só vem corroborar com o sentimento de nostalgia. Ver e ouvir o VIPER executando os clássicos de seus dois primeiros álbuns é viver novamente um período de ouro do metal nacional na qual André Matos (vocal), Pit Passarel (baixo), Felipe Machado (guitarra) e Guilherme Martin (bateria) foram protagonistas (o guitarrista Hugo Mariuti, da atual banda de André Matos completou o time para esta turnê).
E são justamente os discos "Soldiers of Sunsire" e "The Theatre of Fate" que formam o repertório desse DVD, que assim se divide em duas partes.

Se as músicas do "Soldiers" soam hoje muito ingênuas, é inegável que sua energia permanece intacta, sendo que os destaques ficam por conta de "Knights of Destruction" (que inicia o show), "Nightmares" (com seu inesquecível "ôôô"), "Soldiers of Sunrise" e "H.R.".

A segunda parte do DVD realmente chega a emocionar, já que o "Theatre of Fate" tem status de obra-prima e não é a toa. "At least a chance", "To live again", "A cry from the edge" são clássicos absolutos, daqueles que os fãs cantam até as partes instrumentais, de tão marcantes que são. 

O hino "Living for the Night" tem a "participação especial" de Yves Passarel (guitarrista original da banda e hoje no Capital Inicial). 

"Prelude to Oblivion" e "Theatre of Fate" são duas explosões de emoção e melodia, com seus coros inesquecíveis. Essa última é precedida pela única "música" inédita neste material, uma breve passagem instrumental intitulada "Act I".

"Moonlight" é o momento do "maestro" Andre Matos demonstrar toda sua erudição com sua releitura de Bethoveen.

É claro que não podia faltar o maior hit do Viper. "Rebel Maniac" (música do álbum "Evolution" de x) entra de penetra no setlist para encerrar o show e o DVD, com Yves novamente no palco.

O único ponto negativo do DVD é a ausência de extras, o que certamente enriqueceria o material. Em compensação, há um livreto com fotos muito bacanas, o que deve agradar fãs e colecionadores.

Mas o mais importante está lá: as músicas em um registro de alta qualidade garantindo que a genialidade de Pit Passarel e o legado do Viper seja preservado para futuras gerações de headbangers.

Para adquirir esse DVD, visite: http://wikimetalstore.com.br/


Veja também:
VIPER e ANDRÉ MATOS: vídeo do show de 30 anos da banda

domingo, 27 de dezembro de 2015

Rock: Os melhores álbuns de 2015

Mais um ano chega ao fim e com isso o inevitável balanço dos “melhores da temporada” se faz necessário. Confira abaixo nosso top 10 com os melhores álbuns de 2015, lembrando que toda e qualquer lista do gênero se baseia em critérios bastante subjetivos e no nosso caso o recorte foi justamente o hard rock e o heavy metal mais “clássicos”:


10. BUCKCHERRY – “Rock’n’Roll”

Não é de hoje que o Buckcherry vem trabalhando bem com um ótima sequência de bons trabalhos. “Rock’n’Roll” não supera os melhores momentos da banda, mas mesmo assim é uma excelente pedida para quem gosta do estilo de hard rock pegajoso praticado pelos californianos.

Destaques: “Bring it on back”, “Rain’s falling” e a divertida “Tigh Pants”.

9. DEF LEPPARD: “Def Leppard”

O auto-intitulado álbum do Def Leppard é o 11° de sua carreira, após uma hiato de 7 anos. E lá estão boa parte das características que fizeram da banda uma das mais importantes de seu estilo, embora a fórmula apresente o inevitável desgaste, ainda há boas canções que merecem ser ouvidas.

Destaques: “Let’s Go”, ” Sea of Love” e “Man enough”.

8. HALESTORM: “Into The Wild Life”

Para vocês não ficarem aí achando que apreciamos apenas bandas de tiozinhos, eis o ótimo trabalho do HALESTORM, banda que fez uma grande apresentação no Rock in Rio. A vocalista Lzzy Hale, além de belíssima, possui uma voz espetacular e cheia de personalidade, e embora o disco escorregue um pouqinho aqui ou ali, tem um ótimo trabalho de guitarras, com bom riffs e excelentes canções.

Destaques: “I am the Fire”, “Apocaliptic” e “I like it heavy”.

7. ECLIPSE: “Amargeddonize”


O chamado “melodic rock” é um dos subgêneros do rock mais abundantes da atualidade. E entre tantas superbandas chatas e outras centenas de clones do Journey, ainda é possível encontrar bandas muito legais, como a banda sueca Eclipse. Hard rock altamente técnico, cheio de energia e aquelas letras meio bregas que os fãs do estilo adoram. Algumas faixas chegam a ser viciantes.

Destaques: “The storm”, “Blood Enemies” e “I don’t wanna say I’m Sorry”.

6. ANGRA: “Secret Garden”


Sendo uma das principais bandas da história do metal nacional é claro que tudo que o Angra faz é cercado de muita expectativa. E a reformulação da banda com as entradas de Fábio Lione (vocal) e Bruno Valverde (bateria) deram uma boa revigorada na banda. Aliás, foi um ano de bastante destaque para o Angra que, além da boa recepção de “Secret Garden” (que só peca mesmo pela fraca faixa título), teve ainda o êxito de ver o guitarrista Kiko Loureiro “promovido” a guitar man do Megadeth.

Destaques: “Storm of Emotions”, “Violet Sky” e “Final Light”.

5. SAXON: “Battering Ram”


Se um dia eu tivesse que explicar para alguém o que é heavy metal possivelmente eu usaria como exemplo um disco do Saxon, uma das bandas que ao longo de sua trajetória melhor personificam o estilo. E “Battering Ram” está aí para mostrar o quão atemporal o heavy metal pode ser.

Destaques: “Battering Ram”, “Top of the World” e “The devil’s footprint”.

4. MOTORHEAD: “Bad Magic”


Foi um ano difícil para o Motorhead e seus fãs. Shows cancelados devido a problemas de saúde de Lemmy (inclusive no Monsters of Rock), falecimento do ex-baterista Phil ‘Animal’ Taylor, entre outros incidentes. Mesmo assim a banda manteve sua tradição “copeira” e nos presenteou com mais uma digna obra em sua extensa discografia. ATUALIZAÇÃO: com a morte de Lemmy (leia mais CLICANDO AQUI), nem precisa dizer o quão especial esse álbum acabou se tornando...

Destaques: “Thunder and Lightning”, “Fire Storm Hotel” e “Till the end”.

3. SLAYER: “Repentless”

Um dos mais aguardados lançamentos do ano não decepcionou. Agressivo, violento e “sem arrependimento” o SLAYER mais uma vez mostrou para molecada que acha que heavy metal é pirotecnia e máscaras de palhaço com quantos riffs se faz um clássico do thrash metal.

Destaques: “Cast the first stone”, “Repentless” e “Cast the first stone”.

2. DR. SIN: “Intactus”


Lançado no início do ano, “Intactus” mostrou o DR. SIN impecável de sempre e só não foi para a primeira posição dessa nossa lista porque a concorrência, como veremos, foi feroz. A má notícia é que esse é, provavelmente, o último álbum da banda, já que os irmãos ANDRIA e IVAN BUSIC anunciaram que não irão mais continuar sua empreitada de mais de 20 anos junto com o super guitarrista EDU ARDANUY. Uma pena!

Destaques: “The great Houdini”, “Soul Survivor” e “The big screen”.

1. IRON MAIDEN: “The Book of Souls”

Depois de algumas pisadas na bola o Iron Maiden entregou aos fãs uma obra da estatura de sua reputação. “The Book of Souls” é digno de figurar entre os maiores clássicos da banda. Composições inspiradas, no mais puro estilo maideniano, preservado inclusive na simplicidade de sua capa, que desde já se tornou icônica.

Destaques: “Speed of Light”, “Death or Glory” e a fantástica “Empire of the Clouds”.


Bonus tracks:

Ouvimos, gostamos e recomendamos:

U.D.O. – “Decadent”

THE WINERY DOGS – “Hot streak”

HELLOWEEN – “My god-given right”

KISKE & SOMMERVILE: “City of Heroes”

BLIND GUARDIAN: “Beyond the Red Mirror”

SOTTO – “Inside the Vertigo”

WHITESNAKE: “The Purple Album”

PRIMATOR: “Primator”

SEU JUVENAL: “Rock Errado”

LITTLE DROP JOE: “Mestiço” (EP)

E aí? O que acharam de nossas escolhas? Forte abraço e um FELIZ 2016 para todos, com muita saúde, paz e, é claro, futebol e Rock’n’Roll!

Publicado originalmente em:


Veja também:
Natal Rock'n'Roll: 10 músicas para animar seu Natal